Orientação geral da obra

Os verbetes biográficos [autor] reúnem informações sobre: anos de nascimento e morte; formação; inserção profissional e institucional; traços do percurso em função das linhas gerais das pesquisas e estudos do autor; principais produções (em torno de 4.000 caracteres).

Os verbetes relativos a livros ou ensaios [obra] salientam sua importância e contribuição, e os localizam no interior da produção de seus autores. No final do verbete, é possível apontar, de forma sucinta, suas repercussões posteriores (em torno de 4.000 caracteres).

Os verbetes dedicados a definições conceituais [conceito] se subdividem segundo autores, por exemplo: “Ritual para V. Turner", "Ritual para G. Bateson", “Ritual para Lévi-Strauss” etc. No final do verbete, é possível apontar, de forma sucinta, suas repercussões posteriores (em torno de 6.000 caracteres).

Os verbetes referidos a linhagens de pensamento, como funcionalismo, estruturalismo, culturalismo etc. [correntes], traçam os contornos gerais e princípios que as constituem, atentos a genealogias, marcos e referências, assim como aos autores e obras que a elas se ligam (em torno de 8.000 caracteres).

Os verbetes voltados para domínios, como antropologia política, antropologia urbana, antropologia da ciência e da tecnologia etc. [subcampos], esboçam o percurso histórico do domínio em questão, nomeando seus principais expoentes e instituições,  assim como alguns dos temas e problemas centrais que permitiram a consolidação e desenvolvimento da área. Estes verbetes podem se subdividir segundo vertentes regionais, por exemplo: “antropologia política na América Latina”, “antropologia urbana no Brasil” etc.  (em torno de 8. 000 caracteres)

Os verbetes sobre museus, escolas, associações, sociedades científicas etc.  [instituições] fornecem um quadro sintético de suas histórias e percursos ao longo do tempo, salientando suas principais realizações e expoentes (em torno de 4.000 caracteres).

Os textos se dirigem tanto ao leitor iniciante quanto ao iniciado. Devem conter informações fundamentais e ideias centrais (de autores e obras), apresentadas em construções diretas, sem adjetivações, jargões disciplinares e avaliações; tampouco devem incluir citações textuais e notas. Não se trata de um resumo nem de uma resenha crítica, mas de um texto-guia, de orientação ao leitor, que poderá se aprofundar no tema com a ajuda dos hiperlinks (que remetem a outros verbetes) e da bibliografia indicada ao final.

Todos os verbetes devem vir acompanhados de uma bibliografia ao final, contendo as fontes bibliográficas, bem como leituras complementares, de acordo com o seguinte padrão:

 

a) no caso de livro: autor (SOBRENOME, nome por extenso), título em itálico, cidade, editora, ano (da edição original da obra) - todas as palavras separadas por vírgulas. Quando for necessário indicar uma nova edição da obra, diferente da original, fazer constar a data da primeira edição entre parêntesis, após o título, e a da nova edição no final da referência. Por exemplo: MAUSS, Marcel, Manuel d'ethnographie (1926), Paris, Payot, 1967.

b) No caso de dois autores, separar os nomes por & (por exemplo: AMOROSO, Marta & MENDES, Gilton, Paisagens ameríndias....); no caso de mais de dois, separá-los por vírgulas e & (por exemplo: DAWSEY, John, MÜLLER, Regina, SATIKO, Rose & MONTEIRO, Marianna (orgs), Antropologia e performance....). Entre parêntesis, a tradução brasileira, se houver, indicando sempre o nome do tradutor (neste caso, o nome do tradutor figura entre pontos). Por exemplo: MAUSS, Marcel, La Prière, Paris, Félix Alcan Editor, 1909 (Trad. Bras. Luiz João Gaio e Jacob Ginzburg. São Paulo, Perspectiva, 2001). Quando da indicação da tradução brasileira, não repetir o título da obra. 

c) no caso de capítulo de livro, o título deve vir entre aspas. Por exemplo: CLIFFORD, James, “Sobre o surrealismo etnográfico” (1981) In: José Reginaldo Gonçalves (org), A experiência etnográfica. Tradução Patrícia Farias. Rio de Janeiro, Editora da UFRJ, 1998. No caso de livro editado no exterior, indicar a tradução brasileira entre parêntesis, se houver, como explicado no item anterior, sem repetir o título da obra.  

d) no caso de artigo: as regras são as mesmas para capítulo de livro, mas não se utiliza o “In” e, neste caso, são indicadas as páginas. Por exemplo: ARAUJO, Ricardo Benzaquen, “Deuses em miniatura: notas sobre genialidade e melancolia em Gilberto Freyre”, Travessias, n. 1, Rio de Janeiro, UCAM/ FAPERJ, p. 97-104

 

Os verbetes serão submetidos ao comitê editorial da E A para avaliação, que será realizada nos meses de março e agosto de cada ano. As contribuições devem ser enviadas para o e-mail encicloantropo@usp.br, em formato .doc ou .docx. 
Os textos devem vir acompanhados da indicação de palavras-chave (entre 3 e 5), separadas por vírgula.